segunda-feira, 16 de agosto de 2010

| Entre o Plástico e o Papel |



Uma das etapas consideradas "naturais" de qualquer viagem - aí, incluído o intercâmbio - é guardar dinheiro. No meu caso, como a trip é pela Europa, a moeda exigida (isso mesmo, exigida) é o euro. Tenho de levar, no mínimo, 1.000 euros, o equivalente a pouco mais de R$ 2.400. Isso só pra começo de conversa, já que a quantia é a mínima exigida para o processo de visto.
É justamente neste "round" que surge uma (de muitas) dúvidas. O que levar, ou melhor, como levar? Em plástico, traduzindo-se VTM (Visa Travel Money), ou em papel, notas. A resposta, descobri, varia de pessoa para pessoa, ou, se preferirem, de necessidade para necessidade. Eu mesmo, vou levar 900 em VTM e uns 1.300 em notas.
A escolha, no meu caso, é pura e simplesmente - se é que se pode dizer assim - cambial. Explico: no VTM, toda vez que é feita uma recarga (eu vou fazer três, cada uma de 300 euros), é preciso pagar uma porrada (não, não é exagero), é uma porrada mesmo de tarifas, que incluem o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) e outras taxas de conversão. No papel, descobri um macete. Ainda não verifiquei se ele funciona mesmo, mas não custa nada tentar. É que pelo que apurei, funcionários de bancos ficam isentos de algumas dessas taxas e, não bastasse isso, pagam uma taxa cambial menor. O resultado é mais grana estrangeira no bolso, o que, convenhamos, nunca é demais pra ninguém.
Conheço uma pessoa que trabalha em banco e poderá fazer esse favorzinho pra mim (lá pelo final do mês que vem, já que viajo no começo da segunda quinzena de outubro). Se der certo, aviso quem estiver me seguindo e tiver dúvidas.

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